Pelo menos dois
relatos de insatisfação chegaram até o nosso conhecimento, saímos em busca para entender o ocorrido.
Segundo a moradora
do loteamento Parque Araruama que preferiu
se manter no anonimato, os ônibus não circularam hoje , pelo bairro de Bananeiras, ela relata
que seu filho que estuda em uma escola Municipal em Iguabinha, saiu de casa às 11: 50 para embarcar no
ônibus escolar que geralmente passa às 12:10, cerca de uma hora depois o filho
retorna para casa, e fala que o ônibus não passara. Ela desconfiada da informação foi até a casa de uma amiga, que
tem uma aluna matriculada na rede, e estuda na escola do bairro a André Gomes,
e para sua revolta a informação foi confirmada, informaram na escola que não teria transporte por falta de combustível.
Foto Rafael Gonzaga / Agência Prismanews
Logo em seguida
recebemos outra denúncia essa mais grave, a aluna Yzislayne Santos,16 anos,
e seu irmão que estudam na escola Moysés
ramalho, foram para o ponto referência(escola Municipalizada Parati) para
embarcar, e para a decepção e tormento da aluna que é Portadora de
necessidades especiais (cadeirante) o
pequeno ônibus que chegou, veio lotado, quando uma certa quantidade de alunos
desceram a monitora não garantiu o embarque prioritário no qual a aluna tem
direito. Sendo obrigada a ir para escola, junto com seu irmão a pé embaixo de
um sol escaldante.
O mesmo tormento na volta, passou a jovem e seu irmão,
segundo relato da mãe Neide Santos de 51 anos, “os meus filhos voltaram no sol
num trajeto de quase quarenta minutos “, ela afirma ainda que sua filha se
sentiu humilhada, e que a menina não teve seu direito garantido, as
justificativas dadas foram as mesmas do caso anterior falta de combustível.

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